📝 🔐 Olá, Ipiranga!
Restaurante bom é aquele perto de casa, e o bairro do Ipiranga me brindou com vários deles
E lá vamos nós para mais uma mudança de endereço, a oitava desde que me mudei para São Paulo, em 2005.
Nunca tive problemas com isso. Afinal, meus pais eram funcionários de banco, e para fazer carreira e sustentar os quatro filhos, foram pelo menos seis mudanças em diferentes cidades do interior do estado de São Paulo.
Quando cheguei à capital, morei bem pra lá do Jabaquara, na Vila Canaã, Zona Sul. Depois veio uma temporada morando ali no Centro, nos Campos Elíseos. Voltei para a Zona Sul, inicialmente no bairro da Saúde, para depois fincar residência durante uns bons dez anos na Vila Clementino. Até tentei voltar a morar no Centro, na Vila Buarque, mas quando você se acostuma com a calmaria de um bairro – ainda mais morando em casa –, dificilmente volta para o caos.
Mas quando o último prédio brotou na esquina de casa, roubando o único resquício de sol que ainda batia no quintal, o jeito foi procurar um novo bairro para morar. E cá estou, completando um mês no Ipiranga. Não que o bairro esteja imune à especulação imobiliária. Ele não está. Mas, como moro próximo ao Museu do Ipiranga, boa parte desta área é tombada, para desespero das empreiteiras e alívio de quem ainda busca uma casinha para morar.

A minha é antiga, se não me engano da década de 40, cheia de pequenos problemas que toda casa tem. Mas, em compensação, o quintal é grande, sombreado por um pé de manga gigantesco, enquanto a frente tem um imenso e frondoso ipê branco que perfuma todos os quartos e a sala quando floresce.

Certo dia, num grupo de zap, conversando sobre lugares bons para comer bem, o colega André Forastieri soltou a frase: “Restaurante bom é aquele perto de casa”. E vou te falar que disso eu não sofro aqui no bairro. Em um raio de pouco mais de 1 km (uma pernada de uns 10 minutos, no máximo), tem o Hambúrguer do Seu Oswaldo, Burger e Mortadela do Irineu, Paella Pepe, Sesc Ipiranga, Kaskata’s, Mercadão do Ipiranga… só para citar alguns clássicos. Se um dia eu reclamar de morar aqui, com certeza vai ser de barriga muito cheia.
Nestes pouco mais de 30 dias morando no bairro, já tenho uma pequena lista de lugares bons, perto de casa, para comer e beber bem.
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